domingo, 19 de junho de 2011

PM fora das funções

Polícia Militar.
São 412 os policiais militares que estão fora do policiamento ostensivo, trabalhando como assessores militares. O número foi divulgado pelo próprio comandante-geral da corporação, coronel Nazareno Marcineiro, em audiência pública na Câmara Municipal de Florianópolis durante a semana. É o dobro do efetivo do 4º Batalhão, que atende boa parte da cidade de Florianópolis. O comandante confirmou que trava uma luta, às vezes até desumana, para trazer de volta esses policiais e reforçar o policiamento nas ruas. Mas é tarefa árdua. O oficial sofre todo tipo de pressão para manter os policiais onde estão. É que nas assessorias, além do vencimento fixo (ou soldo, no jargão militar), os PMs recebem gratificação de 100% em cima do salário.

Na Câmara de Vereadores de Florianópolis, por exemplo, de um efetivo de oito militares na assessoria, quatro já retornaram para o quartel. A iniciativa bem que poderia ser copiada por Assembleia Legislativa, Poder Judiciário, Tribunal de Contas, Procuradoria Geral da Justiça e Centro Administrativo, né?

DC/DOMINGO
CACAU

Tarado da Lagoa Preso

Polícia | 18/06/2011 | 21h09min

Homem conhecido como "tarado da Lagoa" é preso em Florianópolis

Assaltante vinha cometendo crimes no bairro havia seis meses


O homem conhecido como "tarado da Lagoa" foi preso em Florianópolis. O delegado responsável pelo caso, Ancelmo Cruz, anunciou a prisão neste sábado, mas deve relevar a identidade e apresentar o suspeito somente na segunda-feira. As informações são do RBS Notícias.

Há seis meses, o assaltante vinha cometendo crimes na Lagoa da Conceição. Nesse período, foram pelo menos 20 furtos a residências, cinco roubos e duas tentativas de estupro, segundo a Polícia Civil.

A última vítima do homem foi uma empresária de 33 anos, no Canto da Lagoa. Por volta de 2h do último sábado, o assaltante invadiu a casa da mulher, que estava sozinha. Amarrou a empresária e agrediu o rosto dela com socos e coronhadas.

 Assista à reportagem da RBS TV

A vítima só conseguiu escapar depois de se atirar contra a janela de vidro e correr para a rua. Os rosto da mulher ficou desfigurado por causa dos hematomas provocados pelas agressões.

Desde dezembro, o criminoso vinha sendo procurado por policiais da delegacia de polícia da Lagoa da Conceição

A última vítima do homem foi uma empresária que teve o rosto desfigurado pelas agressões - Reprodução / Agência RBS
A última vítima do homem foi uma empresária que teve o rosto desfigurado pelas agressões
Foto:Reprodução / Agência RBS

sexta-feira, 17 de junho de 2011

PM e PC

Denuncias 0800.48.1717





DISQUE DENÚNCIA - 181
Policia Civil
PDF
O Disque Denúncia é um serviço destinado a mobilizar a sociedade na luta contra o crime e a violência no Estado de Santa Catarina. Foi criado em outubro de 1998 com o objetivo de criar uma parceria da Polícia Civil de Santa Catarina com a sociedade permitindo uma resposta rápida e efetiva ao combate ao crime.












Apoio a PM e PC

Vamos apoiar ações da PM e PC.

Importante: Leia atentamente as instruções a seguir:

  • Não há necessidade de identificação para efetuar uma denúncia;
  • As informações enviadas não deverão ser confundidas com pedidos de policiamento ostensivo;
  • Caso o conteúdo de sua denúncia requeira alguma providência imediata, disque para o Emergência 190 e fale diretamente com um atendente da Polícia Militar;
  • As informações deverão ser claras e objetivas;
  • Coloque o máximo de informações possíveis para facilitar nossa atuação. Ex: características dos denunciados, local de atuação, horário, tipo e placa de veículos, armamento, etc.;
  • Para realizar uma denúncia via telefone, disque para 0800-48-1717.

Conseg

O Papel dos Consegs é em parceria com as forças de segurança Publica discutir ações de prevenção e munir as Policias de informações.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Policia a Pé

Coluna do Cacau de hoje.
09/06/2011
 
 

A pé

Uma situação que reflete o caos em que se encontra o sistema de segurança pública de Santa Catarina: no início da tarde de ontem, o comando do 21º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento em toda região Norte da Ilha, ordenou o imediato recolhimento ao pátio do batalhão de oito automóveis e um micro-ônibus da PM. O motivo? Os veículos oficiais estavam rodando com débitos de IPVA e outros tributos estaduais. Enquanto a documentação não for colocada em dia, os policiais militares terão que trabalhar a pé. Não é à toa que a bandidagem está dando de goleada na Ilha...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DESABAFO DE UM AMIGO


Senhoras e Senhores

Membros dos Consegs de São José

DECEPÇÃO é a palavra MAIOR que mais me afeta no presente momento.

Há anos viemos correndo atrás dos políticos do nosso Estado, Ex - Governador Leonel Pavan, ex-Secretario Ronaldo Benedet persona non grata, ex-Secretario interino de Segurança, ex - Secretario Regional Valter Galina, ex - Comandante da Policia Militar de SC., pessoas que fizemos reunião, reivindicando  melhoria para a Policia Militar de São José, buscando através do grito social, amenizar os problemas enfrentados com Segurança no Município.

Embora tenhamos sempre nos apresentado como um Colegiado, união de um grupo abnegado  de voluntários, instituídos por Lei Estadual que criou A POLICIA COMUNITÁRIA (CONSEGs) jamais conseguimos ver atendidos nossos anseios que nada mais era do que a fala das ruas, a população pedindo socorro.

Tivemos entre 2006 e 2008, momentos verdadeiros de Policia Comunitária, de parceria com o Comando do 7o. BPM, com os Policiais  situados em Bases Setorizadas por Conseg, e como resultado a baixa significativa da criminalidade em todas as suas faces.

 Vaidades pessoais, nos Comandos posteriores, a exemplo dos políticos, simplesmente ignoraram as estatísticas, os Consegs, seu trabalho, sua preocupação com o bem estar, a segurança dos Munícipes de São José, o que os CONSEGs com galhardia suportaram.

Chegou 2011 e com este um novo Governo, cujo mote de campanha incluía para a Segurança em todo o Estado, o reavivamento da  Policia Comunitária e, pegando carona  nesta, lá foram novamente os Consegs, bater a porta do Secretario de Segurança César Augusto Grubba, que atendeu e encaminhou o pessoal para outra reunião, desta vez com o Comando Geral da Policia Militar Cel.Nazareno Marcineiro, onde depositamos toda a nossa esperança já que o referido Comandante foi autor de 02 Livros sobre Policia Comunitária, que no dia da reunião cobrou de seus pares Comandantes  de BPM,s,  colocarem a cabeça no travesseiro e pensarem sobre o assunto porque, tratava-se de compromisso do Governador, citando o caso do Policial Machado de Criciúma como exemplo a ser seguido pelos demais Policiais, ou seja, a pratica de aproximação, de auxílio, de sinergia com os Munícipes.

Passado alguns meses e, nossa DECEPÇÃO só se faz aumentar, nada esta acontecendo de diferente, tudo o que foi falado é simplesmente retórica, deixando-nos com o sentimento de mais uma vez estarmos sendo embrulhados e o pior, aqui por São José, convidados para ir bater palmas em reinaugurações de Bases,com discursos, coquetel, mas sem os PMs necessários, sem as viaturas imprescindíveis para que os abnegados Policiais possam fazer seu serviço com SEGURANÇA, já que um dos principais problemas localiza-se ai, nos carros os quais podem ser chamados no dito chulo, verdadeiros paus velhos.

Destarte, resta-me como voluntário CONSEGUEANO de CORAÇÃO, somente pedir desculpas as pessoas que citei o nome no atual Governo, porque nos atenderam, porque são seres humanos de boa índole, imbuídos de boa vontade, na contrapartida pelos cargos que ocupam, dizer-lhes da minha DECEPÇÃO, porque as promessas feitas por estes parece-me estarem na mesma vala de outrora, do disse não disse, da ponte de nenhum lugar para lugar nenhum, apagando como dissemos em uma das reuniões, as fagulhas de esperança que ainda restavam em novos dias.

Penso que, depois deste desabafo, resta-me também procurar pós graduar-me em OTARICE, creio ser este o derivado de Otário, originado no sentimento depois de 5 anos de total dedicação, ( inclusive, colocando dinheiro do bolso em prol deste projeto social significativo),  por não enxergar mesmo usado óculos de grau, seriedade por parte do Governo do Estado pai da Lei, com relação a SEGURANÇA,  pelo menos aqui em São José, embora apresentem estatística positiva, diferente do que escutamos nas ruas, e  PRINCIPALMENTE  QUANTO POLITICA SALARIAL  DOS POLICIAIS MILITARES, para melhorar  a REMUNERAÇÃOZINHA, atualmente recebida.

JOÃO LUIZ MIGUEL
Cidadão Civil Josefense - Aposentado

  
POR UMA SÃO JOSÉ MAIS HUMANA

terça-feira, 7 de junho de 2011

O QUE É UM CONSEG

O QUE É UM CONSEG

 
 
Os CONSEGs são um grupos de pessoas voluntarias de um mesmo bairro ou município que se reúnem para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança publica, desenvolvendo campanhas educativas e estreitando laços de entendimento e cooperação e parceria entre as várias lideranças locais e os atores sociais e públicos dos segmentos de segurança publica.
 
Nesta cooperação e parceria a comunidade tem o direito de não apenas ser consultada, mas também participar das decisões sobre as prioridades das instituições de defesa social, influir nas estratégias de policiamento, como contrapartida da sua obrigação de colaborar com o trabalho da polícia no controle da criminalidade e na preservação da ordem pública.
 
Os CONSEG pretendem demonstrar a sociedade e mostrar a ela que consoante o artigo 144 da Magna Carta, segurança pública é dever do estado, direito e responsabilidade de todos. Devemos conjugar um conceito mais moderno e apropriado de Estado, percebendo o papel fundamental do município, da necessidade de planos locais de segurança.
 
Segundo a orientação do livro “Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária”, que é produto do Grupo de Trabalho, constituído por profissionais estudiosos do tema representativos de todo o Brasil e coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança e Ministério da Justiça - SENASP/MJ.
 
Tal obra tem a finalidade de ser aplicada na capacitaçã o de profissionais da área de segurança pública, capacitando-os à docência em Cursos de Polícia Comunitária nos Estados e Municípios, onde vários atores sociais e públicos dos segmentos da segurança publica no Estado de Santa Catarina já participaram, e hoje são multiplicadores de policia Comunitária. 
 
A definição de CONSEG é clara do Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional de Segurança Publica, no livro “Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária”,   2ª. Edição, DISCIPLINA 02, Estruturação dos Conselhos, Comunitários, as fls. 74:
 
Conselho Comunitário de Segurança Pública - Entidade de direito privado, com vida própria e independente em relação aos segmentos da segurança pública ou a qualquer outro órgão público; modalid ade de associação comunitária, de utilidade pública, sem fins lucrativos, constituída no exercício do direito de associação garantido no art. 5º, inciso XVII, da Constituição Federal, e que tem por objetivos mobilizar e congregar forças da comunidade para a discussão de problemas locais da segurança pública, no contexto municipal ou em subdivisão territorial de um Município.
 
(...)
O Conselho é meio para incentivar e organizar o voluntariado, local de debate e de promoção da solidariedade, meio para criação de redes de proteção (atitudes e cuidados que reduzem a ação de infratores da lei).
 
O Conselho é responsável por diagnosticar problemas das comunidades, o que possibilita ações estratégicas preventivas na área de segurança pública. São realizadas reuniões periódicas entre representantes das comunidades, igrejas, escolas, organizações policia is etc, com o intuito de discutir tais problemas. São importantes porque fazem parte da perspectiva segundo a qual os problemas de segurança são responsabilidades de todos e não apenas das organizações policiais. Possibilita também um conhecimento mais aprofundado das questões das comunidades, o que leva a atividades preventivas. Finalmente, satisfaz às demandas democráticas de participação dos cidadãos nas questões de seu interesse.” (Apostila de Multiplicador de Polícia Comunitária da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Minas Gerais – SSP/MG).
                      
Na mesma obra é citada a FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA DOS CONSELHOS COMUNITÁRIOS DE SEGURANÇA, fls. 75:
 
O artigo 144, caput, da Constituição Federal estabelece:
“A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:
I – Polícia Federal;
II – Polícia Rodoviária Federal;
III – Polícia Ferroviária Federal;
IV – Polícias Civis;
V – Polícias Militares; e
VI – Corpos de Bombeiros Militares.
 
Assim, a Constituição Federal legitima a participação da comunidade, abrindo espaço para as modernas concepções de polícia, que prevêm a participação ativa do cidadão.
Os Conselhos Comunitários também estão ancorados no artigo 5º, inciso XVII, que estabelece: “é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar”. E no inciso XX: “ninguém poderá ser compeli do a associar-se ou a permanecer associado”.
 
Os Conselhos Comunitários de Segurança são dotados de personalidade jurídica e para tanto precisam se adequar ao Código Civil Brasileiro, sendo consideradas células importantes para a disseminação da filosofia da Polícia Comunitária. Desta forma, a Constituição Federal consolidou a Resolução nº 34.169, de 17 de dezembro de 1979, expedida pela ONU, que estabelece como regramento para os países associados que seus segmentos policiais devem ser representantes da comunidade e a esta forma organizada deverão prestar contas.     
 
A mesma definição legal e jurídica para a criação de um conselho segundo as orientações da SENASP/MJ,   foram dadas para a criação e constituição da FECONSEG-SC, e qualquer entendimento contrario é estar em confronto com legalidade, constitucional ou infraconstitucional.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Segurança Publica

Segurança pública deve ser planejada pelo governo, mas nunca por coronéis

Enquanto um coronel fecha base operacional na Ilha, oficial do Continente inaugura posto policial na Fazenda do Max

Hélio Costa
@helio_ND
Florianópolis

Segurança

Enquanto um coronel fecha base operacional na Ilha, oficial do Continente inaugura base operacional, na Fazenda do Max, São José. Confesso que fiquei surpreso com o convite do comandante do 7º BPM para a inauguração do posto policial, na última quinta-feira.  Não pude ir por compromissos profissionais, mas pedi para minha produção mandar uma equipe cobrir o evento. Uma base operacional tem os prós e os contras: traz sensação de segurança para quem mora nas proximidades, mas ao mesmo tempo serve de referência para os bandidos estudarem o comportamento dos policiais e agiram no horário de efetivo reduzido. O comandante do 7º BPM me garantiu que também havia haver rondas na região. No entanto, entendo que planejamento de segurança pública deveria ser preparado pelo governo e não por oficiais. A população quer é polícia nas ruas.

Segurança Publica em Debate

Convite: Sessão Especial para tratar de assuntos relativos à segurança pública

Através de um requerimento do vereador Aurélio Valente (PP), assinado por todos os demais vereadores, no próximo dia 13 de junho, segunda-feira, às 19 horas, será realizada uma Sessão Especial no Plenário da Câmara Municipal de Florianópolis para tratar de assuntos relativos à Segurança Pública.
Para a referida Sessão, além dos Consegs, serão convidados o Secretário Estadual de Segurança Pública, César Augusto Grubba; o Comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Nazareno Marcineiro; o Secretário Municipal de Segurança e Defesa do Cidadão, Hamilton Pacheco da Rosa, e o Comandante da Guarda Municipal, Ivan Couto, com a finalidade de prestar informações e esclarecimentos sobre a segurança pública, aumento da criminalidade e quais soluções a serem adotadas para combater o crescente número de ocorrências.
O mandato legislativo serve, dentre outras atribuições, para otimizar o acesso da população ao Poder Executivo e assim buscar as soluções para os problemas e anseios dos munícipes. Dessa forma é de extrema importância que os Presidentes dos Consegs estejam presentes e que também convidem suas comunidades para manifestar de forma direta seus pleitos e reivindicações, expondo na tribuna os problemas recorrentes, que muitas vezes demoram a ser ouvidos e atendidos pelo Executivo.
Conto com o apoio e presença de todos, para que juntos possamos buscar uma solução para o grave problema da crescente violência em Florianópolis.